Aqui vai a hiperligação para o livro.
É só descarregar...
http://www.4shared.com/document/Clcmm_ZY/Rudolf_Steiner_-_Teosofia.html
Retirei esta hiperligação da que foi enviada pela Fátima para todos nós.
A rosa de Paracelso
sábado, 5 de novembro de 2011
Humor de duende
Humor de Duende
Quando à noite, já deitada
Vês que não fizeste nada
Daquilo que querias ser
Fecha os olhos a sorrir
Há sempre um duende a rir
Atrás de ti a dizer:
- "Hé... Hé... Hé!...
Só se ganha em se perder
Amanhã vai melhorar
Sei o que estou a dizer!
Eu sou um duende à espreita
Na tua esquina mais estreita
Por isso sou teu amigo
E quem sabe rir comigo
Sabe-se a si transformar!
Não te rales se és assim
Esses males têm fim
Faz a fila atrás de mim
Vem mas é para a floresta
Pois lá estamos sempre em festa
Se caíres esfolas a testa
Mas não vais disso morrer!
Põe-te na fila a dançar
Sai do jogo quem quiser
E também sai quem olhar
P'ro seu umbigo a chorar
Ou quem dançar a gemer!
Vá lá, avança,
Vê se mexes essa pança
Dá saltos e faz caretas
Faz como eu piruetas
Sacode-te dessas tretas
Não fiques sisudo aí!
Não tenhas pena de ti!
Quem já souber rir de si
Sabe o mundo transformar
E o dia será bom!Estará sempre a melhorar!!
Quando à noite, já deitada
Vês que não fizeste nada
Daquilo que querias ser
Fecha os olhos a sorrir
Há sempre um duende a rir
Atrás de ti a dizer:
- "Hé... Hé... Hé!...
Só se ganha em se perder
Amanhã vai melhorar
Sei o que estou a dizer!
Eu sou um duende à espreita
Na tua esquina mais estreita
Por isso sou teu amigo
E quem sabe rir comigo
Sabe-se a si transformar!
Não te rales se és assim
Esses males têm fim
Faz a fila atrás de mim
Vem mas é para a floresta
Pois lá estamos sempre em festa
Se caíres esfolas a testa
Mas não vais disso morrer!
Põe-te na fila a dançar
Sai do jogo quem quiser
E também sai quem olhar
P'ro seu umbigo a chorar
Ou quem dançar a gemer!
Vá lá, avança,
Vê se mexes essa pança
Dá saltos e faz caretas
Faz como eu piruetas
Sacode-te dessas tretas
Não fiques sisudo aí!
Não tenhas pena de ti!
Quem já souber rir de si
Sabe o mundo transformar
E o dia será bom!Estará sempre a melhorar!!
Poema de Luísa Barreto - Pelo Caminho das Fadas
A rosa de Paracelso
Em sua oficina, que abarcava os dois cómodos do porão, Paracelso pediu a seu Deus, a seu indeterminado Deus, a qualquer Deus, que lhe enviasse um discípulo.
Entardecia. O escasso fogo da lareira arrojava sombras irregulares. Levantar-se para acender a lâmpada de ferro era demasiado trabalho. Paracelso, distraído pela fadiga, esqueceu-se de sua prece. A noite havia apagado os empoeirados alambiques e o atanor quando bateram à porta. O homem, sonolento, levantou-se, subiu a breve escada de caracol e abriu uma das portadas.
Entrou um desconhecido. Também estava muito cansado. Paracelso lhe indicou um banco; o outro sentou-se e esperou. Durante um tempo não trocaram uma palavra.
O mestre foi o primeiro que falou: - Lembro-me de caras do Ocidente e de caras do Oriente - falou, não sem certa pompa - Não me lembro da tua. Quem és e que desejas de mim?
- O meu nome não importa - replicou o outro - Três dias e três noites tenho caminhado para entrar em tua casa. Quero ser teu discípulo. Trago-te todos os meus bens - e tirou um taleigo que colocou sobre a mesa. As moedas eram muitas e de ouro.
E o fez com a mão direita. Paracelso lhe havia dado as costas para acender a lâmpada. Quando se voltou, viu que na mão esquerda ele segurava uma rosa, que o inquietou. Recostou-se, juntou as pontas dos dedos e falou:
- Acreditas que sou capaz de elaborar a pedra que transforma todos os elementos em ouro e ofereces-me ouro. Não é ouro o que procuro, e se o ouro te importa, não serás meu discípulo.
- O ouro não me importa - respondeu o outro. - Essas moedas não são mais do que uma parte da minha vontade de trabalho. Quero que me ensines a Arte; quero percorrer a teu lado o caminho que conduz à Pedra.
Paracelso falou devagar: - O caminho é a Pedra. O ponto de partida é a Pedra. Se não entendes estas palavras, nada entendes ainda. Cada passo que deres é a meta.
O outro o olhou com receio. Falou com voz diferente: - Mas, há uma meta?
Paracelso riu-se.
- Os meus difamadores, que não são menos numerosos que estúpidos, dizem que não, e me chamam de impostor. Não lhes dou razão, mas não é impossível que seja uma ilusão. Sei que há um Caminho.
- Estou pronto a percorrê-lo contigo, ainda que devamos caminhar muitos anos. Deixa-me cruzar o deserto. Deixa-me divisar, ao menos de longe, a terra prometida, ainda que os astros não me deixem pisá-la. Mas quero uma prova antes de empreender o caminho.
- Quando? - falou com inquietude Paracelso.
- Agora mesmo - respondeu com brusca decisão o discípulo.
Haviam começado a conversa em latim; agora falavam em alemão. O garoto elevou no ar a rosa. - É verdade - falou - que podes queimar uma rosa e fazê-la ressurgir das cinzas, por obra da tua Arte. Deixa-me ser testemunha desse prodígio. Isso te peço, e te dedicarei, depois, a minha vida inteira.
- És muito crédulo - disse o mestre - Não és o menestrel da credulidade. Exijo a Fé! O outro insistiu.
- Precisamente por não ser crédulo, quero ver com os meus olhos a aniquilação e a ressurreição da rosa. Paracelso a havia tomado e ao falar, brincava com ela.
- És um crédulo - disse. - Perguntas-me se sou capaz de destruí-la?
- Ninguém é incapaz de destruí-la - falou o discípulo.
- Estás equivocado. Acreditas, porventura, que algo pode ser devolvido ao nada? Acreditas que o primeiro Adão no Paraíso pode haver destruído uma só flor ou uma só palha de erva?
- Não estamos no Paraíso - respondeu teimosamente o moço - Aqui, abaixo da lua, tudo é mortal.
Paracelso se colocou de pé. - Em que outro lugar estamos? Acreditas que a divindade pode criar um lugar que não seja o Paraíso? Acreditas que a Queda seja outra coisa que ignorar que estamos no Paraíso?
- Uma rosa pode queimar-se - falou, com insolência, o discípulo.
- Ainda fica o fogo na lareira - disse Paracelso - Se atiras esta rosa às brasas, acreditarias que tenha sido consumida e que a cinza é verdadeira. Digo-te que a rosa é eterna e que só a sua aparência pode mudar. Bastar-me-ia uma palavra para que a visse de novo.
- Uma palavra? - perguntou com estranheza o discípulo - está tudo apagado e estão cheios de pó os alambiques. O que farias para que ressurgissem?
Paracelso olhou-o com tristeza. - Está apagado - reiterou - e estão cheios de pó os alambiques. Nesta etapa de minha longa jornada uso outros instrumentos.
- Não me atrevo a perguntar quais são - falou o moço, deixando Paracelso na dúvida se foi com astúcia ou com humildade.
E continuou - Falastes do que usou a divindade para criar os céus e a terra. Falastes do invisível Paraíso em que estamos e que o pecado original nos oculta. Falastes da Palavra que nos ensina a ciência da Cabala. Peço-te, agora, a mercê de mostrar-me o desaparecimento e o aparecimento da rosa. Não me importa que operes com alambiques ou com o Verbo.
Paracelso refletiu. Depois disse: - Se eu o fizesse, dirias que se trata de uma aparência imposta pela magia dos teus olhos. O prodígio não te daria a Fé que buscas: Deixa, pois, a Rosa.
O jovem o olhou, sempre receoso. O mestre elevou a voz e lhe disse:
- Além disso, quem és tu para entrar na casa de um mestre e exigir um prodígio? Que fizeste para merecer semelhante dom?
O outro replicou, temeroso: - Já que nada tenho feito, peço-te, em nome dos muitos anos que estudarei à tua sombra, que me deixes ver a cinza, e depois a Rosa. Não te pedirei mais nada. Acreditarei no testemunho dos meus olhos.
Pegou bruscamente a rosa encarnada que Paracelso havia deixado sobre a cadeira e a atirou às chamas. A cor se perdeu e só ficou um pouco de cinza. Durante um instante infinito, esperou as palavras e o milagre.
Paracelso não havia se alterado. Falou com curiosa clareza:
- Todos os médicos e todos os boticários de Basileia afirmam que sou um farsante. Talvez eles estejam certos. Aí está a cinza que foi a rosa e que não o será.
O jovem sentiu vergonha. Paracelso (para ele) era um charlatão ou um mero visionário e ele, um intruso que havia franqueado a sua porta e o obrigava agora a confessar que as suas famosas artes mágicas eram vãs.
Ajoelhou-se, e falou: - Tenho agido de maneira imperdoável. Tem-me faltado a Fé que exiges dos crentes. Deixa-me continuar a ver as cinzas. Voltarei quando for mais forte e serei teu discípulo e no final do Caminho, verei a Rosa.
Falava com genuína paixão, mas essa paixão era a piedade que lhe inspirava o velho mestre, tão venerado, tão agredido, tão insigne e portanto tão oco. Quem era ele, Johannes Grisebach, para descobrir com mão sacrílega que detrás da máscara não havia ninguém? Deixar-lhe as moedas de ouro seria esmola. Retomou-as ao sair.
Paracelso acompanhou-o até o pé da escada e disse-lhe que em sua casa seria sempre bem-vindo. Ambos sabiam que não voltariam a ver-se. Paracelso ficou só. Antes de apagar a lâmpada e de se recostar na velha cadeira de braços, derramou o ténue punhado de cinza na mão côncava e pronunciou uma palavra em voz baixa. A Rosa ressurgiu.
De Jorge Luís Borges
Entardecia. O escasso fogo da lareira arrojava sombras irregulares. Levantar-se para acender a lâmpada de ferro era demasiado trabalho. Paracelso, distraído pela fadiga, esqueceu-se de sua prece. A noite havia apagado os empoeirados alambiques e o atanor quando bateram à porta. O homem, sonolento, levantou-se, subiu a breve escada de caracol e abriu uma das portadas.
Entrou um desconhecido. Também estava muito cansado. Paracelso lhe indicou um banco; o outro sentou-se e esperou. Durante um tempo não trocaram uma palavra.
O mestre foi o primeiro que falou: - Lembro-me de caras do Ocidente e de caras do Oriente - falou, não sem certa pompa - Não me lembro da tua. Quem és e que desejas de mim?
- O meu nome não importa - replicou o outro - Três dias e três noites tenho caminhado para entrar em tua casa. Quero ser teu discípulo. Trago-te todos os meus bens - e tirou um taleigo que colocou sobre a mesa. As moedas eram muitas e de ouro.
E o fez com a mão direita. Paracelso lhe havia dado as costas para acender a lâmpada. Quando se voltou, viu que na mão esquerda ele segurava uma rosa, que o inquietou. Recostou-se, juntou as pontas dos dedos e falou:
- Acreditas que sou capaz de elaborar a pedra que transforma todos os elementos em ouro e ofereces-me ouro. Não é ouro o que procuro, e se o ouro te importa, não serás meu discípulo.
- O ouro não me importa - respondeu o outro. - Essas moedas não são mais do que uma parte da minha vontade de trabalho. Quero que me ensines a Arte; quero percorrer a teu lado o caminho que conduz à Pedra.
Paracelso falou devagar: - O caminho é a Pedra. O ponto de partida é a Pedra. Se não entendes estas palavras, nada entendes ainda. Cada passo que deres é a meta.
O outro o olhou com receio. Falou com voz diferente: - Mas, há uma meta?
Paracelso riu-se.
- Os meus difamadores, que não são menos numerosos que estúpidos, dizem que não, e me chamam de impostor. Não lhes dou razão, mas não é impossível que seja uma ilusão. Sei que há um Caminho.
- Estou pronto a percorrê-lo contigo, ainda que devamos caminhar muitos anos. Deixa-me cruzar o deserto. Deixa-me divisar, ao menos de longe, a terra prometida, ainda que os astros não me deixem pisá-la. Mas quero uma prova antes de empreender o caminho.
- Quando? - falou com inquietude Paracelso.
- Agora mesmo - respondeu com brusca decisão o discípulo.
Haviam começado a conversa em latim; agora falavam em alemão. O garoto elevou no ar a rosa. - É verdade - falou - que podes queimar uma rosa e fazê-la ressurgir das cinzas, por obra da tua Arte. Deixa-me ser testemunha desse prodígio. Isso te peço, e te dedicarei, depois, a minha vida inteira.
- És muito crédulo - disse o mestre - Não és o menestrel da credulidade. Exijo a Fé! O outro insistiu.
- Precisamente por não ser crédulo, quero ver com os meus olhos a aniquilação e a ressurreição da rosa. Paracelso a havia tomado e ao falar, brincava com ela.
- És um crédulo - disse. - Perguntas-me se sou capaz de destruí-la?
- Ninguém é incapaz de destruí-la - falou o discípulo.
- Estás equivocado. Acreditas, porventura, que algo pode ser devolvido ao nada? Acreditas que o primeiro Adão no Paraíso pode haver destruído uma só flor ou uma só palha de erva?
- Não estamos no Paraíso - respondeu teimosamente o moço - Aqui, abaixo da lua, tudo é mortal.
Paracelso se colocou de pé. - Em que outro lugar estamos? Acreditas que a divindade pode criar um lugar que não seja o Paraíso? Acreditas que a Queda seja outra coisa que ignorar que estamos no Paraíso?
- Uma rosa pode queimar-se - falou, com insolência, o discípulo.
- Ainda fica o fogo na lareira - disse Paracelso - Se atiras esta rosa às brasas, acreditarias que tenha sido consumida e que a cinza é verdadeira. Digo-te que a rosa é eterna e que só a sua aparência pode mudar. Bastar-me-ia uma palavra para que a visse de novo.
- Uma palavra? - perguntou com estranheza o discípulo - está tudo apagado e estão cheios de pó os alambiques. O que farias para que ressurgissem?
Paracelso olhou-o com tristeza. - Está apagado - reiterou - e estão cheios de pó os alambiques. Nesta etapa de minha longa jornada uso outros instrumentos.
- Não me atrevo a perguntar quais são - falou o moço, deixando Paracelso na dúvida se foi com astúcia ou com humildade.
E continuou - Falastes do que usou a divindade para criar os céus e a terra. Falastes do invisível Paraíso em que estamos e que o pecado original nos oculta. Falastes da Palavra que nos ensina a ciência da Cabala. Peço-te, agora, a mercê de mostrar-me o desaparecimento e o aparecimento da rosa. Não me importa que operes com alambiques ou com o Verbo.
Paracelso refletiu. Depois disse: - Se eu o fizesse, dirias que se trata de uma aparência imposta pela magia dos teus olhos. O prodígio não te daria a Fé que buscas: Deixa, pois, a Rosa.
O jovem o olhou, sempre receoso. O mestre elevou a voz e lhe disse:
- Além disso, quem és tu para entrar na casa de um mestre e exigir um prodígio? Que fizeste para merecer semelhante dom?
O outro replicou, temeroso: - Já que nada tenho feito, peço-te, em nome dos muitos anos que estudarei à tua sombra, que me deixes ver a cinza, e depois a Rosa. Não te pedirei mais nada. Acreditarei no testemunho dos meus olhos.
Pegou bruscamente a rosa encarnada que Paracelso havia deixado sobre a cadeira e a atirou às chamas. A cor se perdeu e só ficou um pouco de cinza. Durante um instante infinito, esperou as palavras e o milagre.
Paracelso não havia se alterado. Falou com curiosa clareza:
- Todos os médicos e todos os boticários de Basileia afirmam que sou um farsante. Talvez eles estejam certos. Aí está a cinza que foi a rosa e que não o será.
O jovem sentiu vergonha. Paracelso (para ele) era um charlatão ou um mero visionário e ele, um intruso que havia franqueado a sua porta e o obrigava agora a confessar que as suas famosas artes mágicas eram vãs.
Ajoelhou-se, e falou: - Tenho agido de maneira imperdoável. Tem-me faltado a Fé que exiges dos crentes. Deixa-me continuar a ver as cinzas. Voltarei quando for mais forte e serei teu discípulo e no final do Caminho, verei a Rosa.
Falava com genuína paixão, mas essa paixão era a piedade que lhe inspirava o velho mestre, tão venerado, tão agredido, tão insigne e portanto tão oco. Quem era ele, Johannes Grisebach, para descobrir com mão sacrílega que detrás da máscara não havia ninguém? Deixar-lhe as moedas de ouro seria esmola. Retomou-as ao sair.
Paracelso acompanhou-o até o pé da escada e disse-lhe que em sua casa seria sempre bem-vindo. Ambos sabiam que não voltariam a ver-se. Paracelso ficou só. Antes de apagar a lâmpada e de se recostar na velha cadeira de braços, derramou o ténue punhado de cinza na mão côncava e pronunciou uma palavra em voz baixa. A Rosa ressurgiu.
De Jorge Luís Borges
A barca virou
Esta música é acompanhada por uma coreografia
A barca virou
Deixá-la virar
por causa da _______
que não soube remar
Depois de todos passarem começa a segunda parte
Se eu fosse um peixinho
e soubesse nadar
tirava a _________
do fundo do mar
Neste endereço da internet aparece a música com a partitura (a letra é ligeiramente diferente):
http://alfarrabio.di.uminho.pt/cancioneiro/html/101.html
E o vídeo brasileiro
http://www.youtube.com/watch?v=JlOmgctxEM8
Em vez de barca os brasileiros construíram uma canoa
A barca virou
Deixá-la virar
por causa da _______
que não soube remar
Depois de todos passarem começa a segunda parte
Se eu fosse um peixinho
e soubesse nadar
tirava a _________
do fundo do mar
Neste endereço da internet aparece a música com a partitura (a letra é ligeiramente diferente):
http://alfarrabio.di.uminho.pt/cancioneiro/html/101.html
E o vídeo brasileiro
http://www.youtube.com/watch?v=JlOmgctxEM8
Em vez de barca os brasileiros construíram uma canoa
Drama - 1º sessão
Esta foi a nossa primeira aula.
Começamos por formar um círculo. Como as ondas do mar, íamos ao centro e voltávamos à posição inicial. Sentindo o outro. Sentindo-nos. Estávamos a abrir e a fechar. Energicamente.
Depois começamos a andar pelo espaço. Cada um procurando o seu caminho. Sem falar.
Ao primeiro sinal, formamos um par. Segredamos o nosso nome.
Ao segundo sinal, outro par. Sem repetir o parceiro. Segredamos a nossa cor favorita.
Ao terceiro, o alimento.
Ao quarto, a bebida.
Um segredo.
A prenda que eu mais gostei.
O meu filme favorito.
Trauteamos uma cantiga (ainda não sei qual era a tua)
No final, juntos, em círculo, dizíamos o que nos lembrávamos de cada um.
Foi bom. Foi bom sentir como se lembravam de nós.
Acho que ficamos mais próximos.
Até já sabiam um segredo meu...
Obrigado a quem levou bolachas de aveia para o segundo encontro. Marca: Pingo doce. As minhas favoritas. Não passaram despercebidas.
Álvaro
Começamos por formar um círculo. Como as ondas do mar, íamos ao centro e voltávamos à posição inicial. Sentindo o outro. Sentindo-nos. Estávamos a abrir e a fechar. Energicamente.
Depois começamos a andar pelo espaço. Cada um procurando o seu caminho. Sem falar.
Ao primeiro sinal, formamos um par. Segredamos o nosso nome.
Ao segundo sinal, outro par. Sem repetir o parceiro. Segredamos a nossa cor favorita.
Ao terceiro, o alimento.
Ao quarto, a bebida.
Um segredo.
A prenda que eu mais gostei.
O meu filme favorito.
Trauteamos uma cantiga (ainda não sei qual era a tua)
No final, juntos, em círculo, dizíamos o que nos lembrávamos de cada um.
Foi bom. Foi bom sentir como se lembravam de nós.
Acho que ficamos mais próximos.
Até já sabiam um segredo meu...
Obrigado a quem levou bolachas de aveia para o segundo encontro. Marca: Pingo doce. As minhas favoritas. Não passaram despercebidas.
Álvaro
Braço com braço, mão com mão
A todos vós:
Serve este blog para partilharmos. Partilharmos textos, músicas, apontamentos, livros, e tudo o mais que quisermos. Juntos, cresceremos mais.
Espero que seja um bom ponto de encontro.
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Espero que seja um bom ponto de encontro.
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